A chuva torrencial martelava as ruas de São Paulo, transformando o asfalto em um rio reluzente de luzes neon refletidas, o ar carregado de um cheiro úmido e elétrico. Lucas, um jovem de 28 anos com olhos castanhos famintos, cabelos escuros molhados grudados na testa e um corpo atlético esculpido por horas de suor na academia — peitorais salientes, abdômen trincado em seis gomos e coxas grossas e firmes —, saiu do bar lotado, o fedor de cigarro, suor masculino e álcool impregnando sua camisa colada ao corpo, destacando cada músculo. Ele não planejava caçar pau naquela noite; só queria afogar as merdas do trabalho em uns copos, mas o tesão bateu forte quando viu Rafael encostado na parede sob o toldo, protegido da chuva. Rafael: alto como um caralho, uns 35 anos, barba por fazer raspando o queixo quadrado, tatuagens safadas serpenteando pelos braços bombados e um sorriso de predador que fazia o cu de Lucas piscar de expectativa.
“Perdido nessa porra de chuva?”, rosnou Rafael, acendendo um cigarro com aquelas mãos grandes e ásperas, sua voz grave ecoando como um convite para ser fodido ali mesmo, enviando um choque direto para o pau de Lucas, que já inchava na cueca apertada.
“Algo assim”, murmurou Lucas, se aproximando devagar, sentindo o calor animalesco irradiando do corpo de Rafael. Seus olhares se cravaram um no outro, cheios de uma tensão sexual crua, como se o ar entre eles estivesse prestes a explodir em gozo. Rafael era puro macho alfa — ombros largos pra caralho, peito largo coberto por uma camisa encharcada que grudava na pele bronzeada, mamilos duros como pedras cutucando o tecido. Sem frescura, ele estendeu a mão, roçando os dedos grossos no braço de Lucas, subindo até o pescoço, um toque que já fazia o pau de Lucas babar pré-gozo na cueca.
Sem enrolação, Rafael agarrou Lucas pelo colarinho e o arrastou pro beco escuro ao lado, onde a chuva mal batia, mas a umidade os envolvia como um lubrificante natural. Seus lábios se chocaram com violência, línguas se invadindo em um beijo molhado e sujo, cheio de mordidas fortes e cuspe trocado, gemidos roucos ecoando nas paredes úmidas. As mãos de Rafael eram selvagens: uma rasgou a camisa de Lucas, apertando seu peito peludo, torcendo os mamilos rosados com força bruta até Lucas gemer como uma puta, dor e prazer se misturando em um tesão insano; a outra voou pro cinto, abrindo-o com um puxão e enfiando direto na cueca, envolvendo o pau grosso e latejante de Lucas em um punho apertado. “Porra, seu pau tá inchado pra caralho, todo babado já”, grunhiu Rafael contra a boca de Lucas, punhetando-o devagar e firme, o polegar esfregando a cabeça inchada, espalhando o pré-gozo viscoso pela glande sensível, fazendo Lucas tremer e empurrar os quadris pra frente.
Lucas gemia alto, as costas raspando na parede fria e suja, as mãos cravadas nos bíceps tatuados de Rafael enquanto sentia o pau do outro homem — um cacete enorme, veias saltadas, pressionando contra sua coxa como uma barra de ferro quente. “Me fode agora, seu safado”, implorou Lucas, ofegante, mordendo o lábio inferior de Rafael até sangrar um pouquinho, o gosto metálico misturando com o cuspe.
Eles tropeçaram até o apartamento de Rafael, a poucas quadras dali, as mãos já se enfiando por baixo das roupas no caminho. A porta bateu com estrondo, e as roupas foram rasgadas fora: camisas arrancadas, calças arriadas, revelando corpos nus, suados e prontos pra foda. Rafael era uma visão de tesão puro — pau ereto pra caralho, uns 20 cm de grossura, veias pulsando, bolas pesadas e peludas balançando, o pré-gozo escorrendo pela glande vermelha e inchada como um convite pra chupar. Ele empurrou Lucas contra a parede da sala, ajoelhando-se e engolindo o pau inteiro em um boquete guloso e profundo, a boca quente e úmida sugando como um vácuo, a língua rodopiando na base peluda enquanto dois dedos grossos invadiam o cu de Lucas, circulando o anel apertado e rosado, enfiando saliva e abrindo-o devagar, roçando a próstata e fazendo Lucas uivar.
Lucas arqueava as costas, os dedos enfiados nos cabelos curtos de Rafael, fodendo sua garganta com estocadas brutas, sentindo as bolas batendo no queixo barbado. “Sua boca é uma buceta quente, porra”, gemeu ele, o pau babando na goela de Rafael, o orgasmo subindo, mas Rafael parou de repente, levantando-se com um sorriso sádico, o queixo brilhando de cuspe e pré-gozo. “Calma, vadia. Quero arrombar esse cu direito.”
No quarto, a cama virou um campo de batalha de luxúria. Rafael dominava como um animal: virou Lucas de bruços, espalhando suas nádegas redondas e firmes pra lamber o cu com fome voraz, a língua invadindo o buraco apertado, circulando, enfiando fundo, chupando o anel rosado enquanto punhetava o pau babado de Lucas por baixo, os dedos melados de cuspe. Lucas tremia inteiro, o rosto afundado no travesseiro sujo, gemendo como uma cadela no cio, o cu piscando e implorando. “Me enche com esse pau grosso, me arromba todo”, choramingou ele, empinando a bunda pra facilitar.
Rafael cuspiu no pau, lubrificando a rola grossa com cuspe e gel, posicionando a cabeça inchada na entrada apertada de Lucas e empurrando devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu se abrir ao redor dele, quente, apertado e pulsante como um punho vivo. “Caralho, seu cu é uma delícia, apertando minha rola toda”, rosnou Rafael, começando a meter com ritmo selvagem, primeiro lento e profundo, cada estocada acertando a próstata de Lucas em cheio, fazendo-o gritar de prazer puro, depois acelerando, o som de bolas batendo na bunda ecoando no quarto, misturado a gemidos guturais, o cheiro de suor, cuspe e sexo impregnando o ar úmido.
Lucas gozou primeiro, o pau explodindo em jatos quentes e grossos no lençol, o corpo convulsionando enquanto o cu apertava o pau de Rafael, leite escorrendo pelas coxas. Rafael veio logo depois, enterrando-se até as bolas e enchendo o cu de Lucas com porra quente e farta, pulsando dentro dele, o sêmen vazando pelas bordas enquanto ele urrava de prazer, marcando território.
Deitados lado a lado, corpos colados e suados, com a chuva ainda fustigando a janela, Lucas traçou as tatuagens de Rafael com dedos trêmulos. “Isso foi a foda da minha vida, porra.” Rafael riu rouco, puxando-o pra um beijo sujo, a mão já descendo pra apertar o pau amolecido e melado de Lucas. “A noite tá só começando. Vou te foder de novo até seu cu ficar largo e você implorar pra parar.”
