O Corno que Descobriu o Fogo Tardio

Lucas e Mariana eram aquele casal que todo mundo invejava. Casados há oito anos, ele com 36 anos, gerente de TI, sempre arrumadinho, terno impecável, vida organizada. Ela, 33, professora de educação física numa academia chique, corpo esculpido na malhação diária – morena bronzeada, cabelo cacheado solto até os ombros, peitos médios mas durinhos, empinados que marcavam qualquer blusinha fina, e um bundão redondo, firme, que fazia as leggings pretas colarem de um jeito indecente. Lucas adorava ver ela saindo pra academia: a legging subia tanto que marcava a linha da buceta carnuda, os lábios inchadinhos apertados no tecido, camel toe perfeito que deixava qualquer macho babando. Os peitos balançavam levemente quando ela andava rápido, bicos rosados endurecendo com o atrito da blusa de malha. Ele sentia orgulho… mas ultimamente, sentia outra coisa também.

 

Mariana tava mudada. Chegava da academia suada, rosto corado, dizendo que o novo personal, Diego, era foda nos treinos. “Ele me faz agachar até o chão, amor… sinto as pernas tremendo depois”. Lucas ria, mas reparava: ela usava leggings cada vez mais justas, voltava com o cabelo bagunçado, cheiro de suor misturado com algo mais forte, masculino. Numa tarde, ele viu uma foto que ela postou no Instagram: posando no espelho da academia, bundão empinado, legging marcando tudo – a buceta inchada, os lábios separados pelo tecido fino, peitos durinhos com bicos apontando. Diego tinha comentado: “Treino top, aluna nota 10 🔥”. Lucas sentiu um aperto no peito… e o pau endurecer na calça do trabalho.

A primeira faísca veio numa festa de amigo em comum, num bar lotado. Mariana tava com um vestido curto preto, colado no corpo, decote profundo mostrando o valle dos peitos suados de tanto dançar. Diego apareceu “por acaso”, alto pra caralho, negro retinto, músculos trincados na regata justa. Dançaram colado no funk, mãos dele na cintura dela, quadril dela rebolando contra o volume da bermuda dele. Lucas viu de longe, cerveja na mão, coração acelerado. Ciúme? Sim… mas o pau traiu, endurecendo devagar, latejando. Chegaram em casa bêbados, e o sexo foi bruto – ele metendo forte, imaginando as mãos do Diego na bunda dela. Mariana gemeu mais alto que nunca: “Isso, amor… me fode assim!”. Depois, deitada no escuro, ela sussurrou: “Tu viu eu dançando com o Diego, né? Teu pau tava duro o tempo todo”. Lucas negou: “Bobagem… só ciúme normal”. Mas mentia.

No dia seguinte, sozinho no banho, a imagem não saía da cabeça. Água quente caindo, Lucas encostou na parede, pegou no pau já duro. Imaginou Mariana de quatro na academia, Diego atrás, rola grossa roçando na legging marcada, rasgando o tecido, metendo fundo na buceta molhada dela. “Porra, Mari… toma pau de macho de verdade”, ele pensou, punhetando rápido, bolas apertadas. Visualizou ela gemendo, peitos balançando, bundão quicando contra o quadril do personal. Gozou forte, jatos batendo no azulejo, gemendo baixinho o nome dela. Depois, culpa pesada: “Que merda é essa? Eu sou corno agora?”. Lavou o rosto, negando pra si mesmo, mas o pau latejou de novo só de lembrar.

As insinuações continuaram. No jantar, Mariana contava: “Hoje o Diego me fez flexão com peso… ele segurou minha cintura forte, amor. Disse que meu corpo responde rápido”. Lucas sentia o ciúme queimar, mas perguntava mais, voz rouca: “Ele te toca muito?”. Ela ria safada: “Só no treino… por quê, tá com tesão?”. Ele negava, mas à noite metia nela pensando nisso. Uma briga boba explodiu: “Tu tá flertando com esse cara na minha cara!”. Ela rebateu: “E tu fica duro vendo, né? Admite, Lucas… tu quer me ver com ele”. Ele gritou que não, mas no fundo, a ideia latejava.

O churrasco em casa veio como uma bomba. Fim de semana chuvoso, Mariana insistiu: “Convida o Diego pra agradecer os treinos, amor. Só nós três, cerveja gelada”. Lucas relutou, mas cedeu. Diego chegou de regata colada nos músculos, bermuda folgada mas com volume marcando quando sentava. Na varanda, carne na churrasqueira, cerveja rolando. Conversa começou inocente – futebol, academia – mas Mariana tava provocante: shortinho jeans rasgado, blusa fina sem sutiã, peitos durinhos marcando os bicos, bundão quase aparecendo. Ela ria alto das piadas do Diego, tocava no braço dele: “Olha esses músculos, amor… tu devia malhar com ele também”.

A safadeza subiu devagar. Diego elogiava: “Mariana é aluna top, cara. Corpo perfeito, aguenta treino pesado”. Ela corava, mas piscava: “Ele me faz suar muito… sinto tudo ardendo depois”. Lucas ria forçado, pau meia bomba. Diego jogou: “Casamento bom deve ter fogo, né? Vocês parecem felizes pra caralho”. Mariana olhou pro marido: “A gente tem… mas às vezes falta um tempero”. Lucas sentiu o rosto queimar, mas não parou a conversa. “O que tu acha de casais que experimentam coisas novas?”, ela perguntou pro Diego, mão na coxa dele “sem querer”. Ele sorriu: “Depende… se os dois curtirem, por que não?”. A tensão no ar era foda – olhares, toques casuais, risadas carregadas.

Quando a chuva apertou, entraram pra sala. Sofá grande, música baixa no fundo. Mariana sentou no meio, perna encostando nos dois. Rebolou devagar no ritmo: “Essa música me dá vontade de dançar… como na festa”. Diego pôs a mão na coxa dela, subindo devagar. Ela olhou pro Lucas: “Posso, amor? Só um pouquinho…”. Lucas negou rouco: “Para com isso…”. Mas não se mexeu, pau duro latejando. Diego puxou ela pro colo, beijou o pescoço suado devagar. Mariana gemeu baixinho, peitos roçando no peito dele. Tirou a blusa devagar, peitos durinhos saltando, bicos rosados inchados. Diego mamou um, apertando o outro, enquanto ela rebolava no volume da bermuda.

Lucas punhetava por cima da calça, hipnotizado. Mariana desceu pro chão, abriu a bermuda do Diego devagar – rola grossa saltando, 23cm de carne preta veiuda, cabeçona brilhando de pré-gozo. Ela chupou devagar, lambendo as bolas peludas, engolindo metade, baba escorrendo. “Olha, amor… olha o pau que ele tem”. Depois Diego deitou ela no sofá, tirou o shortinho – buceta lisinha, depilada, lábios carnudos já inchados e molhados, melado escorrendo nas coxas internas, cheiro de tesão forte no ar. Ele chupou devagar, língua grossa abrindo os lábios rosa, sugando o clitóris duro, dedo entrando e saindo devagar. Mariana gritava: “Ai, caralho… chupa minha buceta como meu marido nunca fez!”.

Lucas não aguentava mais, pau pra fora punhetando forte. Diego posicionou a cabeçona na entrada da buceta melada, sem capa, só cuspe e o gozo dela lubrificando. Entrou devagar, centímetro por centímetro, esticando os lábios, buceta piscando ao redor da rola grossa. “Porra, que buceta quentinha e apertada… teu corno não dá conta, né?”. Socou fundo de uma vez, bundão dela quicando, barulho molhado de ploc ploc. Virou de quatro, metendo forte, bolas batendo no clitóris. Depois arrombou o cu com cuspe, devagar no começo, depois bruto. Mariana gozou duas vezes, esguichando no sofá, gritando pra Lucas ver.

Lucas gozou no chão, mãos tremendo. Diego gozou dentro da buceta, porra quente enchendo, escorrendo quando tirou. Os três caíram exaustos no sofá, Mariana no meio, beijando os dois. Limparam como dava, riram nervosos. Diego foi embora tarde, “valeu o churrasco”. Lucas e Mariana transaram de novo na cama, ele metendo na buceta suja de porra alheia, os dois gemendo baixo sem falar muito.

Dias depois, num evento da academia marcado há semanas – uma competição de crossfit que Mariana ia participar, com Diego como treinador –, eles se encontraram de novo. Conversa casual no ginásio lotado, olhares carregados, Mariana suada na legging marcada de novo. Diego apertou a mão do Lucas demorado demais, sorrindo: “Bom te ver, cara”. Mariana piscou pros dois. Nada rolou ali… mas o ar tava pesado de tesão. Será que na próxima vez, depois da competição, rolaria de novo? Ninguém comentou, mas o pau do Lucas já latejava só de pensar.