Você acorda. Cumpre tarefas. Responde mensagens.
O dia passa. A semana passa.
E, em algum ponto, algo se perde.
Não é o tempo.
É o sentir.
Sentir exige presença.
E presença dói quando a gente passou tempo demais anestesiado.
Talvez você não esteja vazio.
Talvez esteja apenas cansado de sentir tudo sozinho.
O corpo avisa antes da mente.
No aperto no peito.
No silêncio prolongado.
Na vontade de sumir por alguns minutos sem explicação.
Este não é um convite para sofrer.
É um convite para parar de fugir.
Porque o que não é sentido, se acumula.
E o que se acumula, pesa.
O Homem Que Sente nasce desse ponto exato:
Do instante em que você percebe que continuar no automático já não é suficiente.
Aqui, sentir não é fraqueza.
É coragem.
👉 Se algo em você despertou ao ler isso, fique.
Este é só o começo.
Continue. Há mais coisas que precisam ser sentidas.
