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Sentir também é um ato de coragem.

Fugir · 3 jan 2026 · 1 min

Quando foi a última vez que você realmente sentiu?

Você acorda. Cumpre tarefas. Responde mensagens. Em algum ponto, algo se perde.

Copo d’água numa bancada ao primeiro claro da manhã

Você acorda. Cumpre tarefas. Responde mensagens. O dia passa. A semana passa. E, em algum ponto, algo se perde.

Não é o tempo. É o sentir.

Sentir exige presença. E presença dói quando a gente passou tempo demais anestesiado.

Talvez você não esteja vazio. Talvez esteja apenas cansado de sentir tudo sozinho.

O corpo avisa antes da mente. No aperto no peito. No silêncio prolongado. Na vontade de sumir por alguns minutos sem explicação.

Este não é um convite para sofrer. É um convite para parar de fugir.

Porque o que não é sentido se acumula. E o que se acumula, pesa.

O Homem Que Sente nasce desse ponto exato: do instante em que você percebe que continuar no automático já não é suficiente.

Aqui, sentir não é fraqueza. É coragem. Se algo em você despertou ao ler isso, fica. Este é só o começo.