Quando foi a última vez que você realmente sentiu?
Você acorda. Cumpre tarefas. Responde mensagens. Em algum ponto, algo se perde.

Você acorda. Cumpre tarefas. Responde mensagens. O dia passa. A semana passa. E, em algum ponto, algo se perde.
Não é o tempo. É o sentir.
Sentir exige presença. E presença dói quando a gente passou tempo demais anestesiado.
Talvez você não esteja vazio. Talvez esteja apenas cansado de sentir tudo sozinho.
O corpo avisa antes da mente. No aperto no peito. No silêncio prolongado. Na vontade de sumir por alguns minutos sem explicação.
Este não é um convite para sofrer. É um convite para parar de fugir.
Porque o que não é sentido se acumula. E o que se acumula, pesa.
O Homem Que Sente nasce desse ponto exato: do instante em que você percebe que continuar no automático já não é suficiente.
Aqui, sentir não é fraqueza. É coragem. Se algo em você despertou ao ler isso, fica. Este é só o começo.